quinta-feira, 23 de abril de 2015

Atividade 2 História de São Gonçalo do Amarante

II -Marque C para a alternativa Certa e E para a Errada

6 - Como podemos descrever  o período entre 1844 a 1846 :
 a(    ) Ocorreu uma grande seca na província, ao que tudo indica, essa seca foi a que teve o maior impacto sobre a sociedade e a economia da província;
b(   ) A seca provocou profundas modificações econômicas na província. De região quase exclusivamente criadora que era passou a ser também zona agrícola por excelência; 
c(    ) A seca provocou um declínio na econômicas na província;
d(   ) A seca acabou impulsionando a expansão da produção de açúcar na província, o que é justificado pelo fato do cultivo ser na faixa litorânea onde a seca era menos sentida.

7 - Em relação a situação economica de São Gonçalo nos meados do século XIX, podemos afirmar que:
a(    ) Em 1859, havia em São Gonçalo do Amarante 31  engenhos de açúcar, esse foi um período em que a produção de açúcar aumentou de forma surpreendente, São Gonçalo esteve em terceiro lugar, segundo Câmara Cascudo, (1999, p. 242). 
b(     ) São Gonçalo possuía atividade econômica diversificada - criação de gado, engenhos de açúcar, roçaria, pesca e até salinas, era uma época de esplendor social e domínio político, isto é, de desenvolvimento do município (CASCUDO, 1968).
c(    )Em 14/02/1859, o desenvolvimento comercial de uma vila de São Gonçalo - Macaíba - (Guarapes) chega a ser mencionado pelo Presidente da Província Nunes Gonçalves, em seu relatório, no qual  acrescenta que, "para Guarapes, a sede da Província no futuro poderá ser transferida".
d(    ) São Gonçalo possuía apenas um tipo de atividade economica.

    8 - Sobre a Emancipação Política de São Gonçalo do Amarante podemos afirmar que:

a(    )Em 11 de abril de 1833 foi criado o município de São Gonçalo do Amarante por ato que o desmembrou de Natal, por deliberação do Conselho da Província, no governo de Manoel Lobo de Miranda Henrique. Porém em 11 de março de 1868, no governo provincial de Gustavo Augusto de Sá, a Lei Provincial nº 604 suprimiu o município, incorporando seu território a Natal. 
b(   ) São Gonçalo foi novamente levada a condição de município em 1874 no governo de João Capistrano Bandeira de Melo Filho. Porém em novembro de 1879,   foi transferido para a vila de macaíba (antigo cuité). 
c(   ) O vice-presidente José Inácio Fernandes Barros desmembrou São Gonçalo do Amarante de Macaíba, através de um decreto datado de 1890. Mas em 1943, perdeu novamente a sua soberania, tendo parte das terras transferidas para a vila de São Paulo do Potengi e a outra parte doada ao território de Macaíba.
d(   )A emancipação definitiva de São Gonçalo só veio acontecer em 11 de dezembro de 1958, pelo decreto 2.323, promulgado pelo vice-governador Dr. José Augusto Varela.

9 - A partir dos anos de 1870, iniciou-se  uma grave crise econômica que atingiu a provícia do RN:
a(   )Essa crise gerou grandes problemas sociais, a produção de açúcar da província passou a sofrer com a concorrência do açúcar cubano e do açúcar à base de beterraba fabricado na Europa e nos Estados Unidos, açúcar esse que, dominaria o mercado mundial.
b(   )A partir de 1870,  a crise econômica que provocou o declínio na força comercial de toda província, abriu caminho para os ideais republicanos, que , começaram a mobilizar a opinião pública no Brasil.
c(   )A partir de 1872, várias casas comerciais importadora - exportadora se instalaram na província do RN
d(   ) A partir de 1872, várias casas comerciais importadora - exportadora que haviam se estabelecido na província do Rio Grande do Norte, na fase da expansão econômica fecharam, entre elas, a Casa Comercial de Fabrício Pedrosa em Guarapes (Macaíba). 
10 -  Sobre a economia de São Gonçalo no início do século XX, podemos afirmar que:
a(    ) Em 1904, no município de São Gonçalo, foi fundada a primeira   Fábrica de Óleos e Farelos de Algodão do RN,  e pertencia a Sérgio Barreto, cunhado de Pedro Velho. Desse modo, a utilização do algodão para indústria no próprio estado aumentou.
b(   )Em 1929, fontes comprovam que  o Rio Grande do Norte possuía 68 salinas, sendo quatro no município de São Gonçalo. 
c(     ) A economia de São Gonçalo era desprezível.
d(   ) No ano de 1935, São Gonçalo possuía 11 engenhos bangüês, que produziam açúcar mascavo, conhecido como açúcar “bruto” e rapadura, com uma produção média anual de 5 900 em sacos de 60 quilos. 



           

Atividade 1 História de São Gonçalo do Amarante

I - Marque V para a alternativa verdadeira e F para a falsa.
 
1 - Em Relação aos primeiros registros sobre a ocupação da terra situada à margem esquerda do Rio Potengi, que posteriormente pertenceria ao município de São Gonçalo do Amarante, podemos afirmar que:
a (    )Datam do século XVII, os primeiros registros sobre a ocupação da terra situada à margem esquerda do Rio Potengi, que posteriormente pertenceria ao município de São Gonçalo do Amarante;
 b(   ) São Gonçalo do Amarante  é uma das áreas de povoamento mais antigo do Rio grande do Norte, devido sua proximidade com Natal;
c(     )  Consta a existência do Engenho Potengi de propriedade de Estevam Machado de Miranda e a povoação de Uruaçu, que na época da invasão holandesa sofreu um ataque que vitimou a comunidade e entrou na história como o “Massacre de Uruaçu”, fato que aconteceu a 3 de outubro de 1648, época do governo holandês no Brasil.
d(    )Datam do século XIX, os primeiros registros sobre a ocupação da terra situada à margem esquerda do Rio Potengi, que posteriormente pertenceria ao município de São Gonçalo do Amarante.
 

       2 - Sobre a invasão Holandesa nas terras situada à margem esquerda do Rio Potengi, que posteriormente pertenceria ao município de São Gonçalo do Amarante, podemos afirmar que:
        a(    ) Em 1650,  ocorreu uma penetração holandesa  pelo interior do Rio Grande do Norte, ao longo da ribeira do Potengi à procura de minas no atual município de São Gonçalo do Amarante, a chamada Minas do Camarajibe, segundo Olavo Medeiros Filho (1989);
      b(    )A povoação de São Gonçalo,  não sofreu  ataque na época da invasão holandesa, pois os holandeses que aqui estiveram só fizeram bem feitorias;
     c(    )A povoação de Uruaçu,  na época da invasão holandesa sofreu um ataque que vitimou a comunidade e entrou na história como o “Massacre de Uruaçu”, fato que aconteceu a 3 de outubro de 1648, época do governo holandês no Brasil.
 

3 - O que podemos afirmar sobre os acontecimentos após  à certeza da expulsão dos holandeses:
a(   )Os  holandeses foram expulsos, porém voltaram e se se instalaram na margem esquerda do Rio Potengi, e construíram duas casas assobradadas e uma capela dedicada a São Gonçalo do Amarante, daí a toponímia do município;
b(   )A partir de 1698, face à certeza da expulsão dos holandeses, chegaram à capitania do Rio Grande novas expedições povoadoras procedentes da capitania de Pernambuco formadas por portugueses;
c(  ) Chegam e se instalaram na margem esquerda do Rio Potengi, Pascoal Gomes de Lima e Ambrósio Miguel de Serinhaém, portugueses,  que construíram duas casas assobradadas e uma capela dedicada a São Gonçalo do Amarante, daí a toponímia do município;
d(   )Os fundadores Pascoal Gomes de Lima e Ambrósio Miguel de Serinhaém, portugueses, ambos casados legitimamente e possuindo família, foram ligando reciprocamente seus descendentes, de modo que hoje toda a população são-gonçalense, pode afirmar terem sido eles os seus verdadeiros ascendentes.

4 - A religião era  forte na cultura portuguesa, o que refletiu na  História  de São Gonçalo, que ficou marcado nos fatos citados:
a(    )No ano de 1732 já aparecem registros de celebrações na capela de São Gonçalo;
b(   )Em 1727 já aparecem registros de celebrações na capela de Santo Antônio do Potengi;
c(   ) Os portugueses,  que aqui chegaram  construíram  uma capela dedicada a São Gonçalo do Amarante, daí a toponímia do município;
d(    ) Até o século XIX,  não apareceram registros de capelas e celebrações nesta região.

        5 - Em 11 de abril de 1833 foi criado o município de São Gonçalo do Amarante, sobre este fato podemos afirmar:
       a(    )  São Gonçalo do Amarante foi desmembrado de Natal, por deliberação do Conselho da Província;
          b(     )Na época  governava Manoel Lobo de Miranda Henrique, que teve como seu sucessor Basílio Quaresma Torreão, que não aprovou o conselho provincial anterior e São Gonçalo voltou a ser vila de Natal;
         c(    ) Manoel Lobo de Miranda Henrique governava na época  e teve como seu sucessor Basílio Quaresma Torreão, que aprovou o conselho provincial anterior pela Lei Provincial nº 25, de 28 de março de 1835.
 

quarta-feira, 8 de abril de 2015

História e Geografia de São Gonçalo do Amarante

História de São Gonçalo do Amarante

No passado, o território do Rio Grande do Norte era ocupado por tribos indígenas – os potiguares e os cariris, que faziam parte da nação tupi. Na área de São Gonçalo do Amarante estavam instalados os índios Potiguares que em tupi-guarani significa comedores de camarão. Dessa tribo se destaca o índio Poti, também conhecido por Felipe Camarão, que nasceu na tribo de Extremoz onde atualmente está localizada a cidade de mesmo nome.
A primeira penetração no território de São Gonçalo do Amarante aconteceu provavelmente no século XVII, pois segundo registros, há afinidade entre aqueles que construíram a expedição de Jerônimo de Albuquerque, quando este conquistou o Rio Grande do Norte, e a chegada dos portugueses nos limites do município. Além da origem genética dos índios Potiguares os sãogonçalenses ainda têm influências dos povos europeus (portugueses, franceses, holandeses e espanhóis).

Emancipação Política

A história do processo de emancipação política de São Gonçalo do Amarante foi atribulada, chegando o município várias vezes a perder sua soberania. A criação do município aconteceu em 11 de abril de 1833 durante o governo de Manoel Lobo de Miranda Henrique, que possuía laços de parentesco com famílias de São Gonçalo.
Em 1856, no governo de Antônio Bernardes de Passos, a doença “cólera-morbo” tornou-se uma epidemia e matou 171 pessoas em São Gonçalo do Amarante. Diante desse fato a vila ficou completamente decadente e devastada.
Por volta de 1868 o lugar foi incorporado ao município de Natal perdendo sua autonomia, de acordo com uma lei assinada pelo governador da província Gustavo Augusto de Sá. A vila só seria novamente levada a condição de município em 1874 no governo de João Capistrano Bandeira de Melo Filho.
Em novembro de 1879, mais um golpe era aplicado ao povo de São Gonçalo, que nesse ano foi transferido para a vila de macaíba (antigo cuité). Com a proclamação da República do Brasil, o vice-presidente José Inácio Fernandes Barros desmembrou São Gonçalo do Amarante de Macaíba, através de um decreto datado de 1890. Em 1938 a antiga vila de São Gonçalo era elevada a condição de cidade.
Decorrido mais de meio século, por causa de um novo decreto de 1943, São Gonçalo perdeu novamente a sua soberania, tendo parte das terras transferidas para a vila de São Paulo do Potengi e a outra parte doada ao território de Macaíba.
A emancipação definitiva só veio acontecer em 11 de dezembro de 1958, pelo decreto 2.323, promulgado pelo vice-governador Dr. José Augusto Varela.

Nossa Geografia

CLIMA
Apresenta clima predominantemente tropical chuvoso, com temperatura média de 27°. As precipitações estão concentradas nos meses de abril, maio, junho e julho, mas sujeito a mudanças climáticas que provoquem chuvas em outras épocas do ano.
HIDROGRAFIA
O município está inserido na bacia hidrográfica do rio Potengi. O rio Potengi nasce na Serra de Santana (Cerro Corá), chegando a ocupar uma extensão de 176 km. Além de São Gonçalo do Amarante o rio Potengi banha os municípios de Cerro Corá, São Tomé, São Paulo do Potengi, Ielmo Marinho, Macaíba e Natal. Dentre os mais importantes afluentes do rio Potengi, temos o rio Jundiaí, o principal deles, e demais afluentes secundários como o rio Camaragibe, rio da Prata, rio Guagiru e o córrego dos Guagirus.
VEGETAÇÃO
A vegetação é caracterizada por áreas de manguezais ou matas de várzeas que margeiam o estuário do rio Potengi, desde o distrito de Santo Antônio do Potengi até as proximidades do bairro Igapó. Na área ainda pode ser observado resquícios da mata atlântica.
RELEVO
A área do município está localizada nos sedimentos costeiros, encravada na várzea do rio Potengi e nos terraços de tabuleiros do grupo barreira, NUMA altitude de 10 m acima do nível do mar. Essas várzeas são denominadas de planícies fluviais, caracterizadas por terrenos baixos e planos. Os terrenos denominados de terraços fluviais são formados basicamente por argilas, geralmente de cor amarela e vermelha, localizadas próximo ao litoral.
SOLOS
Em São Gonçalo do Amarante predominam os solos de várzea, também conhecidos como solos aluviais, que margeiam o rio Potengi. São os solos de mangue que ocorrem principalmente na desembocadura do rio Potengi, os solos argilosos (denominados de “podzólico vermelho-amarelo”) que ocupam as áreas próximas aos povoados de Coqueiros, Jacaraú, Uruaçu, Santo Antônio e ainda os solos arenosos e salinos.stamos localizados no Estado do Rio Grande do Norte, distante 13 km da capital Natal.

Datas Comemorativas

19/JANEIRO – Festa de São Sebastião (Pirituba, Barreiros, Califórnia e Pajuçara)
28/JANEIRO – Festa de São Gonçalo do Amarante
• 30/MAIO – Festa dos Motoristas
12/JUNHO – Festa de Santo Antônio (Santo Antônio do Potengi)
SETEMBRO – Festa de Santa Teresinha (Guanduba)
SETEMBRO – Corrida de Jegues
04/OUTUBRO – Festa de São Francisco (Alagadiço Grande e Rio da Prata)
29/OUTUBRO – Festa de São Benedito
OUTUBRO – Festa de Nossa Senhora do Ó (Rego Moleiro)
OUTUBRO – Comemoração aos Mártires de Uruaçu
NOVEMBRO - Festa de São Judas (Jacaré-Mirim e Uruaçu)
13/DEZEMBRO – Festa de Santa Luzia (Igreja Nova e Serrinha)
DEZEMBRO – Festa de Emancipação Política
Fonte:http://www.saogoncalo.rn.gov.br/a-cidade

quarta-feira, 11 de março de 2015

Projeto Conhecendo a História de São Gonçalo do Amarante

1. APRESENTAÇÃO


Tão importante quanto viver em um lugar, é ter um conhecimento à cerca deste local em que se vive. Tomando esta ideia por base, elaboramos o presente Projeto que será executado na Escola com alunos do EJA do Ensino fundamental.
O projeto visa trabalhar através da pesquisa, a história do município, desde a origem do povoado ate os dias atuais. Nosso objetivo é que o aluno conheça melhor a história do município em que vive.

2 JUSTIFICATIVA

É de suma importância que os alunos conheçam os aspectos gerais sobre o lugar onde vivem para assim valorizarem sua terra.
Através de um trabalho direcionado, procurar levar os alunos a descobrirem o seu município, suas particularidades, seu relevo, sua hidrografia, enfim o que existe em seu município e que muitas vezes passam despercebidas.
Procurar através do estudo fazer com que o aluno perceba e entenda os problemas existentes no seu município, compreendendo que estes problemas são os mesmos de muitos municípios desse porte e cabe a ele participar desde já nas soluções dos mesmos, além de mostrar que a sua participação é importante para construir um município melhor.

3 OBJETIVOS
·         Conhecer e valorizar o município como lugar onde vivemos resgatando as memórias desde sua fundação.
·         Conhecer através de pesquisas a história do município.
·         Refletir os benefícios da emancipação para o município.
·         Localizar o município e seus vizinhos .
·         Reconhecer que o hoje é fruto da sua história.
·         Realizar comparativos de como era na época da emancipação o município e de como é agora, bem como serviços e entidades públicas existentes.


4. METODOLOGIA

·         Pesquisar a História do município, desde a origem do povoado ate os dias atuais
·         Produzir resumos
·         Elaborar uma linha do tempo
·         Realizar seminário.


5 POPULAÇÃO ALVO
Alunos do EJA do Ensino Fundamental


6 RECURSOS NECESSÁRIOS

Materiais necessários para a realização do Projeto 
·        Para a Pesquisa                                                                                                             
Materiais escritos sobre o tema, livros, revistas, jornais, entre outros.

·        Para a apresentação                                                                                                                
20 folhas de papel madeira
         10 marcadores permanente de cores variadas
           10 cartolinas brancas
           08 rolos de fita adesiva
           100 impressão
           100 copias
           6 mesas para as exposições
           1 equipamento de som (caixa e microfone)

7 AVALIAÇÃO


Será avaliado a participação e o interesse dos alunos, e o conhecimento na apresentação do seminário.

8 REFERÊNCIAS


ARAÙJO, Manoel Nazareno Nogueira. História de São Gonçalo. Ed. Comemorativa (11/04/1933-1104/1983).
BRITO, Iaponira Peixoto de. Estudos Sociais do Município de São Gonçalo do Amarante - RN. Vol. I. Natal Gráfica – RN. 2002.
CÂMARA JUNIOR, José Soares da. História do Legislativo: São Gonçalo do Amarante, 1998.
CASCUDO, Luís da Câmara. História da Cidade do Natal. Natal, IHG/RN 1999.
______. História do Rio Grande do Norte. 2 ed. Rio de Janeiro: Achiamê; Natal: Fundação José Augusto, 1984.
______ Nomes da terra: Geografia, História e toponímia do Rio Grande do Norte. Natal Fundação José Augusto. 1968.
COSTA, Homero de Oliveira. A Insurreição Comunista de 1935: Natal, o primeiro ato da trajetória. São Paulo: Ensaios; Natal: Cooperativa Cultural Universitária do Rio Grande do Norte, 1995.
DANTAS, Meneval. Macaíba: Imagens, sonhos, reminiscências. Rio de Janeiro: Presença Edições; Natal: Fundação José Augusto, 1985.
FACHIN, O. Fundamentos de Metodologia. São Paulo: Atlas, 1993.
Falas e Relatórios dos Presidentes da Província do RN - 1835 a 1859. Fundação Guimarães Duque. Coleção Mossoroense Série G, Nº 08, abril 2001.
FUNDAÇÃO JOSÉ AUGUSTO, Centro de Pesquisa. São Gonçalo do Amarante. Natal, Gráfica Manimbu, 1982.
LIMA, Auricéia Antunes de. Terras de Mártires. 2. ed. Natal, RN: Ed. do autor, 2002.
LYRA, Augusto Tavares de. História do Rio Grande do Norte. 2 ed. Fundação José Augusto. Brasília:1998.
MARIZ, Marlene da Silva e SUASSUNA, Luiz Eduardo Brandão. História do Rio Grande do Norte. Natal(RN) Sebo Vermelho, 2005.
MEDEIROS FILHO, Olavo de. Terra Natalense. Natal, Fundação José Augusto, 1991
______ . No rastro dos Flamengos. Natal, Fundação José Augusto, 1989.
MEDEIROS, Tarcisio. Aspectos Geopolítico e Antropológicos da história do Rio Grande do Norte. Natal/RN Imprensa Universitária,1973.
MONTEIRO, Denise Mattos. Introdução à História do Rio Grande do Norte. 2. ed. rev. Natal –RN: Cooperativa Cultural, 2002.
NOBRE, Manoel Ferreira. Breve Notícia sobre a Província do Rio Grande do Norte. 2. ed. Rio de Janeiro. Ed. Pongetti, 1971.
MORAIS, Marcus César Cavalcanti de, Terras Potiguares. Natal (RN): Dinâmica Editora,1998


quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

PLANO DE GESTÃO 2015

 Escola Estadual Professor Bevenuto Filho, localiza-se em Santo Antônio do Potengi, considerado o maior distrito do município de São Gonçalo do Amarante, na grande Natal, situado à Rua Wilame Câmara de Brito,   oferece o Ensino Fundamental I do 1º  ao 5º ano.

A Escola pretender em 2015 consolidar um trabalho através do qual seja capaz de assegurar educação de qualidade para todos aluno, com inclusão e respeito aos direitos humanos, ao exercício da cidadania e à valorização da cultura, oportunizando o desenvolvimento do educando de forma autônoma e crítica, nos princípios de qualidade, igualdade, cidadania e ética. Para isso é necessário promover experiências e estudos para o desenvolvimento social, justo e sustentável. O que irar refletir na elevação do índice de aprovação e redução dos índices de reprovação e evasão e no melhor desempenho dos alunos em avaliações externas, como a Prova Brasil.

Pretendemos, alcançar as seguintes metas em 2015:
         
Metas
Índice atual
Índice a alcançar
Aumentar a taxa de aprovação
72%
80%
Diminuir a taxa de evasão
8%
5%
Diminuir a taxa de reprovação
20%
10%
Manter ou melhorar  o resultado da nota do IDEB
4,2
4,2 a 4,3
Aumentar o número de famílias participantes das reuniões na escola
60%
70%



METAS
AÇÕES
CRONOGRAMA
Mar.
Abr.
Mai.
Jun.
Jul.
Ago.
Set.
Out.
Nov.
Dez.
1
Promover uma Gestão Administrativa de qualidade
1. Cumprir integralmente o calendário escolar;
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2. Garantir a transparência nas informações e prestação de conta.
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2
Promover uma Gestão Pedagógica de qualidade
3. Ter sempre o compromisso com a efetiva  aprendizagem dos alunos;
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4. Elevar o índice de aprovação e reduzir os índices de reprovação e evasão;
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5.Melhorar o desempenho dos alunos em  avaliações externas, como Prova Brasil;
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3
Valorizar o Corpo Docente

6. Fortalecer a formação continuada dos professores através de encontros para estudo;
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7. Promover reuniões para planejamento e preparação de atividades;
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4
Melhora a disciplina/
comportamento dos alunos

8. Diminuir o número de situações de indisciplina dentro e fora da sala de aula;
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9. Promover ações que levem a construção de uma cultura de paz entre a escola e a comunidade
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5
Realizar melhorias na Instalações e
Equipamentos

10. Garantir e melhorar a qualidade das instalações  escolares;



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11. Adquirir equipamentos necessários, para proporcionar um melhor conforto para alunos e funcionários;
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12. Solicitar das autoridades competentes os reparos no prédio escolar, como pintura, reformas, etc., sempre que se fizerem necessários
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6
Desenvolver consciência  ambiental
13. Desenvolver e executar projetos comprometidos com a educação ambiental e a sustentabilidade;
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7
Manter relação com a Comunidade

14. Promover encontros bimestrais com os pais ou Responsáveis;
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15. Garantir junto à comunidade escolar a transparência e a democracia na tomada de decisões;
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8
Efetivar o Conselho da Escola

16. Garantir a democratização e funcionamento ativo do conselho da escola
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